Edição destaca transição energética, lavra subterrânea e inovação na infraestrutura.
31/7/26




Iniciamos uma etapa inédita em nossa trajetória: a atividade minerária. O passo representa não apenas crescimento, mas também o pacto de agir de forma ética e sustentável. Acreditamos que a extração responsável significa respeitar o meio ambiente, valorizar as comunidades locais e garantir a segurança de cada indivíduo.
Nosso propósito é unir inovação e responsabilidade, por meio de práticas que minimizem os impactos ambientais, promovam o uso consciente dos recursos e fortaleçam o avanço socioeconômico das regiões onde atuamos. Mais do que retirar riquezas da terra, queremos produzir benefícios para a sociedade, sempre com transparência e respeito.
Sob tal visão, mantemo-nos resolutos na construção de um futuro no qual progresso e conservação caminham lado a lado.
Nesta edição de agosto de 2026, o olhar da Pedra Branca mantém-se fixo na direção do setor mineral.
O panorama da transição energética global reconfigura o mercado e coloca o Brasil no centro das atenções, em virtude da vasta reserva nacional de minerais críticos. A conversa com o diretor do Ibram, Rinaldo Mancin, pormenoriza a urgência de aportes financeiros na cadeia produtiva e sublinha a relevância estratégica da lavra subterrânea — um nicho em expansão e com impacto ecológico reduzido, o qual converge de modo direto para a nossa premissa de sustentabilidade e para a proficiência técnica que possuímos.
Em paralelo, o avanço da infraestrutura do país exige soluções complexas e seguras sob a superfície. A análise do presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT), Jean Pierre Ciriades, expõe a crescente demanda por obras de mobilidade, bem como a necessidade vital de qualificação profissional. Trata-se de um cenário de desafios geológicos no qual a engenharia de escavações consolida-se como indispensável. Tal contexto reitera o empenho da companhia com a inovação, com a integridade física das equipes e com o contínuo aprimoramento do segmento.